Monday, June 19, 2006

Estamos de volta!!!



E com mais uma brilhante pérola do disparate «messengeristico».

Poesia, desta vez...


Ruivo diz:
Há tempos que não fazemos
Uns versos na brincadeira
Confesso que tenho saudades
De te dar com uma cadeira

Nas costas ou na cabeça
Ou na espinha até matar
Ai as saudades que eu tenho
De com uma cadeira te dar

Nuno diz:
és mesmo verdadeiro amigo
para sempre te vou amar
posso sempre contar contigo
para com uma cadeira nas costas levar


Ruivo diz:
Mas não contente com isso
Vou buscar um facalhão
Para te esventrar o corpo
desde a cabeça ao pulmão

Nuno diz:
tu sabes o que me faz feliz
tu sabes dar-me prazer
contigo sinto-me petiz
posso sacar-te um olho com uma colher?


Ruivo diz:
Calma que estou a pensar
Não penses que desisti
À próxima vais ficar mal
Com o verso genial
Que está pra sair daqui


Nuno diz:
isso não me choca, meu amigo
inteligência rara tens tu
espero que esse verso não saia do umbigo,
da espinal medúla ou do cu

...

Nuno diz:
começo a ficar preocupado
o último verso foi à uma hora
será que desmaiaste todo vomitado,
foste cagar, mijar ou embora?

Ruivo diz:
Com toda a inteligência
Ou só com alguma esperteza
Faço versos de excelência
Poesia é sapiência
Arte escrita concerteza!


Nuno diz:
Considero estares-te a esticar
a vaidade é coisa para tontos
se não voltas com qualidade a rimar
parece-me que começas a perder pontos


Ruivo diz:
Bons versos dão que pensar
Não saem com rapidez
Como esses que tu fazes
Que cheiram pior que gases
E demonstram estupidez!

Nuno diz:
Que desnecessária agressividade
lembra-te, és meu companheiro
é mesmo chato deve ser da idade.
Desejo que te nasça no cu um pinheiro

1 Comments:

At 05:10, Anonymous cris said...

com amigos tão poetas
ja ouvi dizer não te metas
podem ser gays ou estafetas
de pizzas que não quero que metas

 

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